Amaral da Força Sindical é mais uma vez denunciado por irregularidade a frente de sindicatos?

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A denúncia foi protocolada na Procuradoria Regional do Trabalho ? 14ª região, Termo de Declarações Nº 092/2011, no dia 08 deste mês de junho, apontando uma série de irregularidades encontradas, após uma minuciosa investigação realizada pelo representante…

“O esquema dentro dos sindicatos ligados a Força Sindical continua à solta”. Desta vez é a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo (FENEPOSPETRO), representada pelo seu Delegado, Antônio Roberto da Silva (o Beto), que denuncia o presidente da Força Sindical em Rondônia, Antônio Acácio do Amaral, de manter sindicatos debaixo do braço através de procurações, com presidentes “laranjas” e de manter as finanças das contribuições sindicais que sai do bolso dos trabalhadores sob o controle de parentes.
A denúncia foi protocolada na Procuradoria Regional do Trabalho – 14ª região, Termo de Declarações Nº 092/2011, no dia 08 deste mês de junho, apontando uma série de irregularidades encontradas, após uma minuciosa investigação realizada pelo representante da Federação. “Para nós trabalhadores e sindicalistas de Rondônia e justiça do trabalho, não é nenhuma novidade que o presidente da Força Sindical neste estado tenha o controle de vários sindicatos sob procuração, mas, o trabalho do Sr. Antônio Roberto da Silva, trás uma série de novidades que deverão ser investigadas com muito cuidado pela justiça” afirmou o presidente da CUT/RO, Edirceu Jonas de Almeida, ao tomar conhecimento das denúncias.
O Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo no Estado de Rondônia (STCMDP), que deveria ser uma potência; considerando que segundo levantamento feito por Beto existe cerca de 7000 trabalhadores na área abrangente desta regional, serve apenas para “negociatas que não chegam sequer ao conhecimento da categoria, muitos nem sabem da existência do sindicato e vivem a mercê da boa vontade dos patrões”. A vinda de Beto a Capital rondoniense seria apenas para instalação de uma sede da Federação em Rondônia, para isto realizou a pesquisa, mas, o que encontrou foi “assustador e revoltante” disse o sindicalista
Trabalhadores abandonados sem nenhuma representatividade, muitos em condições de trabalho precárias, salários defasados, acordos de gaveta e montados dentro da “sede do sindicato” endereço que serve para abrigar outros sindicatos, como os dos Trabalhadores na Indústria Extrativa no Estado de Rondônia, Sindicato dos Empregados e Agentes Autônomos no Comércio, Empresas e Escritórios de Serviços Contábeis, que atualmente é dirigido por uma Junta Governativa, presidida por Francisco de Assis Pinto, presidente do Sindicato dos Condutores de Veículos Urbanos, que por sua vez está impugnado. No mesmo endereço funciona a sede da Federação Interestadual dos Trabalhadores nas Indústrias nos Estados de Rondônia e Acre (FITRAC) e pasmem sede da Força Sindical.
Um verdadeiro condomínio de sindicatos federação e central, que ocuparia um prédio com vários andares, se funcionassem como deveriam. O STCMDP é presidido pelo fiel escudeiro de Amaral, Josafá, e comandado através de procuração por Amaral. Sabendo da presença do representante da FENESPOSPETRO em Porto Velho, Amaral tenta mais uma de suas manobras. Tratou de publicar rapidamente um Edital no Diário Oficial da união, veículo que não chega às mãos dos interessados, que são os trabalhadores, para uma Assembléia Geral Extraordinária realizada no dia 11/06/2011, o documento é assinado por Francisco de Assis Pinto.
Entre tantas aberrações encontradas, a conta bancária da FITRAC está bloqueada por irregularidades na gestão financeira. A esposa de Amaral, Srª. Mariluce é a secretária geral e responde por todas estas entidades, segundo a denúncia. A cunhada, Srª Rosângela, é telefonista e recepcionista, no mesmo local, segundo levantamento feito por Beto. O Cunhado, Sr. Ari, cuida da parte de arrecadação e informática dos sindicatos, segundo ele. O denunciado mantém dois carros alugados que são utilizados para uso constante e teve informações de que para fazer acordo com as empresas, “Amaral cobra uma contribuição, acordo de gaveta, para que o acordo seja firmado de forma menos onerosa para as empresas” relatou.
Beto entregou todas as documentações e formulários de pesquisa à justiça e disse estar sendo ameaçado constantemente pelo pessoal de Amaral, devido o trabalho que vem realizando para resgatar a dignidade e representatividade dos trabalhadores. Beto solicitou da Justiça do Trabalho uma intervenção urgente, no sentido de impedir que Amaral possa novamente ter o controle desta entidade de forma irregular, sem o conhecimento dos trabalhadores, que são os principais interessados.
HOJERONDONIA:

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